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Aliança Batista Mundial - Notícias do Congresso Anual - Vancouver 2016

 

O Conselho Geral da Aliança Batista Mundial (ABM) reunido em Vancouver, Canadá, admitiu como membros mais três organizações. Granada, país caribenho, é o mais novo país a integrar a família da Aliança Batista Mundial. A Associação Batista de Granada tem 6 igrejas e 400 membros. O Conselho das Igrejas Batistas de Arunachal, de Arunachal Pradesh, estado localizado no nordeste da Índia, foi estabelecido em 2008, contando com 95000 membros distribuídos em mais de 1000 igrejas. A Igreja Batista de Fé Evangélica no sul do Sudão tem 7000 membros em 74 igrejas, no sul do Sudão e Quênia. Estabeleceu-se em 2007. A Aliança Batista Mundial agora tem 235 organizações membro, oriundas de mais de 122 países e territórios.

 

Congresso Mundial no Rio de Janeiro

O 22º Congresso Mundial Batista irá ocorrer na cidade do Rio de Janeiro no Brasil em Julho de 2020. O evento, apelidado Comemoração 2020, irá incluir a Conferência Mundial da Juventude Batista pela primeira vez, que era anteriormente detida como um conjunto separado. Este será o segundo Congresso Mundial Batista, a ser realizado no Rio de Janeiro. O 10º Congresso ocorreu na cidade em 1960, que viu a maior participação no Congresso até a data desde a primeira realizada em Londres, Inglaterra, em 1905.

 

Refugiados

A Aliança Batista Mundial está suplicando aos batistas em países afetados para ajudar aqueles que foram deslocados. Grupos Batistas na Síria, Líbano e Jordânia, assim como em países europeus como a Alemanha, a Suécia, Croácia, Sérvia e em outros lugares, têm providenciado pessoas e fornecido suprimentos para ajudar aqueles que estão deslocados. Contudo, a BWA está preocupada com aqueles que não têm se envolvido, ou que não estão sendo acolhedores em seus comentários e ações. A BWA está encorajando "crentes cristãos a se envolver pessoalmente com todos os refugiados e pessoas deslocadas, generosamente mostrando o amor e cuidado de Deus como demonstração da suficiência de Deus dada a conhecer por intermédio de Jesus Cristo." 

 

Sobre a Aliança Batista Mundial

A Aliança Batista Mundial, fundada em 1905, é uma associação de 232 convenções e sindicatos em 121 países e territórios com 40 milhões de membros em 177.000 igrejas. As suas prioridades são nutrir a paixão pela missão e evangelismo; promover a adoração, comunhão e unidade; responder às pessoas necessitadas; defendendo os direitos humanos e a justiça; e promovendo reflexões teológicas relevantes.

Tradução: Michelle Schulz, Rafaela Kalil e Maria Aline Correa

Fonte: www.bwanet.org

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Deus em missão!

 

Por Elisa Ramos Schreiber Marques


Os textos de Gênesis 12.1-3 e 17.1-9 registram a grande promessa feita por Deus ao patriarca Abraão: “Eu farei de você uma imensa nação. Você será uma benção para todos. Em você toda a humanidade será abençoada. Estabelecerei com você e sua descendência uma aliança que durará para sempre, para ser o seu Deus e também deles!”. A promessa depois foi repetida a seu filho Isaque (Gênesis 26.4-5) e também a seu neto Jacó (Gênesis 28.3).


Deus inicialmente escolheu o povo de Israel para manifestar sua glória entre as nações da terra e tornar famoso o seu nome. Segundo Êxodo 19.6, os israelitas seriam “reis e sacerdotes” ou “sacerdotes reais” e “nação santa”, isto é, uma nação pertencente a Deus, distinta das demais, que levaria os outros povos a conhecerem, temerem e adorarem a Deus. Isso fica muito claro, por exemplo, no texto de Êxodo 9.13-16: quando o povo de Israel foi libertado da escravidão, o Senhor enviou pragas contra o Egito, a nação mais poderosa da época, para mostrar o seu grande poder e fazer com que o seu nome fosse conhecido. Israel sabia muito bem que as nações ao seu redor o olhavam como uma demonstração do que

Deus pretendia fazer no meio delas (Salmo 67).


Na promessa feita a Abraão, há mais de 4.000 anos, Deus deixou muito claro que seu propósito não era se revelar, mostrar seu amor e se relacionar com apenas uma única nação (de Israel), mas sim com todos os povos do mundo inteiro. E essa missão é do próprio Senhor, planejada e assumida por Ele.


Em Gálatas 3.15-16, 3.29 e Romanos 4.16-17, o apóstolo Paulo registra que a descendência prometida por Deus a Abraão é Jesus Cristo, em quem todas as nações da terra serão abençoadas. Os crentes em Cristo representam o cumprimento da promessa; são filhos de Abraão pela fé.


À semelhança do povo de Israel, no Antigo Testamento, os discípulos de Jesus são “geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo exclusivo de Deus”, com o objetivo de “anunciar as grandezas daquele que os chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1 Pedro 1.9). Os povos da terra somente serão alcançados com a benção da salvação em Cristo se os “sacerdotes do rei” espalharem o nome de Deus, como fez Paulo entre os gentios (Romanos 15.15-16).


Assim, como cristãos, devemos nos engajar na missão de Deus de manifestar sua grandeza e abençoar todos os povos na face da terra. A obra missionária começa com Deus e é feita para Ele.


Quer conhecer mais sobre os propósitos eternos de Deus e seu desejo de ser conhecido e glorificado por todas as nações, línguas, tribos e povos da terra? Inscreva-se no curso Perspectivas no Movimento Cristão Mundial, no stand montado no salão de cultos, ao término dos cultos. Serão 14 encontros semanais, às terças-feiras, com diferentes instrutores especialistas no assunto de cada aula. Venha descobrir o que Deus está fazendo no mundo e refletir sobre o seu papel como discípulo de Cristo.


Para maiores informações, consulte a equipe no stand montado no salão de cultos ou envie um e-mail para [email protected]

 
Oportunidades em meio à crise

 

Desemprego crescente, inflação, juros altos, falência do sistema político e econômico, falta de credibilidade, corrupção desenfreada, processo de impeachment da presidente do Brasil, terrorismo e a vinda de refugiados de guerra e catástrofes. Todos esses fatores têm trazido pânico à população.

A crise tem sido uma das palavras mais pronunciadas nos últimos anos, não só pelos brasileiros, mas pelos cidadãos do mundo todo. A verdade é que, se fizermos um balanço dos últimos anos, chegaremos à conclusão que o mundo vive um dos piores momentos de toda a história.

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que o total de desempregados no mundo passará de 200 milhões em 2017, número jamais visto até então. Este ano, já são 199,4 milhões de pessoas desempregadas nos quatro cantos do mundo.

No Brasil, são perto de 10 milhões de trabalhadores que foram demitidos. É o maior número de todos os tempos e as consequências do desemprego são terríveis. As famílias com alguém desempregado passam a consumir menos, o que diminui a receita das empresas e faz com que elas sejam obrigadas a demitir mais pessoas e aumentar o preço de venda, o que gera mais inflação.

O aumento da inflação tem o mesmo efeito bola de neve, pois diminui o poder de compra dos salários. Os aposentados não mais estão conseguindo sobreviver com o que ganham. Muitos continuam trabalhando para poder manter seu padrão de vida. Outros, depois de se aposentarem, são obrigados a voltar a trabalhar para complementar a renda. É muito fácil comprovar isso tudo. Basta olhar ao seu redor e ver quantas pessoas que você conhece estão desempregadas ou subempregadas.

No comércio é cada vez maior o número de lojas fechadas. Se andarmos por qualquer rua da cidade, perceberemos quantos imóveis estão com uma placa “Aluga-se”. Nesses locais já houve um dia um comércio ou escritório com um proprietário e vários empregados, mas que teve que fechar pois não sobreviveu à crise.

Diante de tantos obstáculos e medos, até a fé de muitos começa a balançar. Contudo, diante de tantas aflições e tantos medos, qual é o papel da Igreja e dos cristãos? O que podemos fazer para tornar o mundo um pouco melhor?

Ser Sal e Luz: temos que testemunhar e impactar as pessoas dentro da nossa esfera de influência, levar esperança aos que carecem. Deus nos colocou como seu representante para levar os princípios, valores, amor e a presença dEle em todos os lugares. Essa é uma plataforma para o evangelismo, o discipulado e a influência sobre os que estão a nossa volta, abrindo espaço para comunicar a mensagem do Pai por meio de palavras e ações.

Levantar-se contra injustiças (não só as próprias, mas a de outros): fazer de conta que não está acontecendo nada ou ficar só murmurando não vai resolver problema algum, temos, como cidadãos e cristãos, que nos posicionar e ser promotores de mudanças na sociedade. Temos que fazer ações como a disponibilização de empregos a refugiados, contratação ou compra de produtos/serviços de irmãos em Cristo, doação de roupas, alimentos, móveis e utensílios, apoio formal contra a corrupção, até mesmo participação em manifestações pacificas, na política, em associações de bairros, dentre outros programas apoiados pela Igreja.

Financiar e servir na obra de Cristo: a Igreja, por meio de seus tentáculos sociais e de missões, pode alcançar muito mais pessoas necessitadas do que em iniciativas individuais. Apoiar a Igreja com dízimos e ofertas e servir com seus dons e talentos vai fazer a diferença na vida de muitas pessoas por todo o mundo. Se você não sabe no que servir, tenha certeza que Deus busca um coração disponível. A capacitação e o restante vêm depois.

Glorificar a Deus em todo tempo: em todo o tempo (com crise ou sem crise) devemos conduzir nossa vida pessoal, nossos negócios e nossa profissão de acordo com os princípios bíblicos, sem concessões, porque Deus examina nossa atitude e a nossa motivação e não apenas a ação em si. Temos que ter uma atitude de fé e não de inconformismo e desespero porque sabemos em quem temos crido: “Mesmo não florescendo a figueira, não havendo uvas nas videiras; mesmo falhando a safra de azeitonas, não havendo produção de alimento nas lavouras, nem ovelhas no curral nem bois nos estábulos, ainda assim eu exultarei no Senhor e me alegrarei no Deus da minha salvação”. Habacuque 3:17,18

 


Emanuele Oliveira, administradora

Mirian Gasparin, jornalista e comentarista de economia e negócios 

 
Lembremo-nos da Igreja Perseguida

A perseguição aos fiéis é mais antiga que o cristianismo. Em Atos, há esta acusação aos judeus: Qual dos profetas os seus antepassados não perseguiram? Eles mataram aqueles que prediziam a vinda do Justo, de quem agora vocês se tornaram traidores e assassinos. At 7.52

Os primeiros cristãos foram perseguidos pelos líderes judaicos e posteriormente pelo império romano. Ao longo dos séculos, a igreja foi severamente perseguida. Jesus prenunciou a sua intensificação no final dos tempos: Então eles os entregarão para serem perseguidos e condenados à morte, e vocês serão odiados por todas as nações por minha causa. Mt 24.9.

Uma nova onda de perseguição cresce em dezenas de países. A VEJA, em sua publicação de 6 de abril - Os mártires ao pé da cruz, afirma que minorias cristãs na África, no Oriente Médio e no Sudeste da Ásia têm sido as vítimas mais constantes dos crimes de fundo religioso perpetrados por Estados e radicais islâmicos. Citando Portas Abertas (PA), afirma que atualmente os cristãos são vítimas de 80% das perseguições com motivação religiosa no mundo, incluindo espancamentos, extorsões, torturas, prisões, estupros e massacres. Só no ano passado, 7000 cristãos foram mortos por motivos religiosos. De acordo com o Pew Research Center, quase 75% da população mundial vive em áreas com graves restrições religiosas.(1)

 

ENTENDENDO A PERSEGUIÇÃO

Segundo PA, a perseguição consiste em toda oposição vivenciada pelo cristão como resultado da identificação com Cristo. Ocorre em cinco esferas da vida:

1. INDIVIDUALIDADE: Não é livre para escolher sua religião, para orar em casa ou em público, para ter uma Bíblia e outros livros cristãos.

2. FAMÍLIA: É perseguido pelos próprios familiares. Coibido de praticar sua fé em casa, enfrenta problemas civis (casamento, enterro, herança e outros).

3. SOCIEDADE: Sofre diversos tipos de pressão, tais como: atitudes preconceituosas, leis como as de blasfêmia, casamento forçado, dificuldade de acessar recursos, pressão para renunciar a fé, discriminação no trabalho, intimações à delegacia.

4. NAÇÃO: Enfrenta oposição de leis que não garantem liberdade de culto e prática da fé. Evangelizar é crime bem como a conversão ao cristianismo, em casos extremos. Enfrenta problemas para obtenção de passaporte e para realizar reuniões cristãs.

5. IGREJA: Há perseguição para atividades comunitárias como cultos, reuniões de oração, batismos, aulas bíblicas, etc. A opressão pode vir dos vizinhos, do governo ou da polícia. A comunidade cristã não tem acesso à Bíblia e a outros materiais religiosos.

 

COMO SE LEMBRAR DA IGREJA PERSEGUIDA?

ORANDO: Você pode fazer o download de um boletim de oração com motivos para cada dia do mês no www.portasabertas.org.br/vo.

CONTRIBUINDO: Confira abaixo informações sobre as missões MAIS e PA e conheça as campanhas de arrecadação em andamento.

MOBILIZANDO: Tornando-se um cooperador, dando voz à igreja perseguida em sua região.


Missão em Apoio à Igreja Sofredora – MAIS: Localizada bem próxima de nós, em Colombo, onde funciona uma base missionária que treina missionários para servir à causa da igreja sofredora no mundo. Também acolhe refugiados que não conseguem permanecer em seus países de origem devido a contextos de guerra ou perseguição religiosa. https://maisnomundo.org.

Portas Abertas: Organização cristã internacional, que atua em mais de 60 países onde existe proibição, condenação, execução ou ameaça à vida ou à liberdade de culto. Divulga essa dura realidade a fim de engajar a igreja brasileira na causa da igreja perseguida. www.portasabertas.org.br.

 

 

As histórias de perseverança dos irmãos perseguidos nos inspiram com sua fé e capacidade de seguir em frente. Continuam fiéis, apesar do trauma, da dor e da perda, frutos de sua escolha de amar e seguir a Cristo. Quando o mundo lança sobre eles um jugo pesado, continuam rumo Àquele que pode lhes dar descanso.(2)

 

1) Revista Veja, Ed.2472, ano 49, nº14. 06/04/16. Ed. Abril. (2) Revista Portas Abertas. Ano 34, nº4, p.7

 
Chesed – Pais por adoção

Marcos Aurélio e Ingrid têm três filhos biológicos e decidiram adotar cinco crianças que são irmãs. Na época da adoção, as crianças tinham entre 4 e 11 anos de idade. Segundo dados do Cadastro Nacional de Adoção, em média, 70% dos casais em potencial não aceitam adotar irmãos e apenas 28% aceitam adotar crianças com mais de 4 anos.

 

A história de Marcos e Ingrid não é comum no Brasil. Adoção não faz parte da cultura do país, muitos casais decidem adotar apenas quando já tentaram todas as alternativas para a gestação. Além disso, o perfil de crianças procuradas não corresponde à maior parte de crianças que estão esperando por uma adoção. Existe ainda uma realidade mais alarmante: o número de devoluções ou desistência de crianças seja durante a guarda provisória, ou depois de muitos anos de convívio. Muitas crianças passam por um “segundo abandono”.

 

A devolução reflete uma realidade pouco discutida. Quando passa a chamada “fase romântica” da adoção, muitas famílias têm dificuldades em lidar com os conflitos e os problemas que surgem. Muitas crianças já vêm com um histórico de violência e abusos e carregam traumas e mágoas que vem à tona quando são adotadas.

 

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Acompanhando situações como essas, a psicopedagoga Ane Beatriz Prohmann decidiu fazer algo para amenizar essa realidade. A inquietação fez com que ela se reunisse com Marcos e Ingrid, e a psicóloga Priscila Sermann, para criar um grupo de apoio para pais adotivos. Assim, em dezembro de 2015, nasceu o Chesed – Pais por Adoção.

 

“O nome não veio de encontro ao projeto, mas veio de encontro a um sentimento que existia em nosso coração. Quando você fala de Chesed, você está falando de perseverança, compaixão, entrega e de amor Ágape. Essa palavra reflete o que Deus colocou no nosso coração, que é o coração Dele, o coração paterno”, explica Marcos.

 

O objetivo do Chesed é diminuir o número de desistências, devoluções e aumentar o número de casais que querem adotar. As reuniões acontecem todas as terças-feiras com um tema norteador. Os pais conversam sobre as aflições e dificuldades e compartilham as experiências do dia a dia.  

 

O Chesed já tem feito diferença na vida dos pais que participam. Marcos e Ingrid explicam que pais que adotam sentem-se sozinhos, sem ter com quem compartilhar as dificuldades “existe certa negação ao assunto adoção por parte das pessoas”, explica o casal. Mas, apesar de todos os desafios, o casal compartilha o sentimento de gratidão “Deus nos deu oportunidade de mudar a história de cinco pessoas.

 

A forma que Ele nos dá de alcançar pessoas é através de pessoas, e essa é uma das formas mais intensas de viver isso”.

 

A psicopedagoga Ane Beatriz conta que o Chesed existe para ouvir e para abraçar todos os pais. Para Ane, o conselho é “Amar incondicionalmente”.

 

 

 

Quer conhecer o Chesed ?

Encontros: Terças-feiras, 19h

Clínica Reintegrar - Rua Dom Pedro I, 221, Água Verde – Curitiba (PR)

 

Facebook: www.facebook.com/chesed.paisporadocao

 

Contato: Ane Beatriz Prohmann – (41) 9951-4171

 
Nossa Igreja - Muitas Vidas

Acolher sempre da melhor maneira cada pessoa: trabalhamos por isso, porque queremos refletir o amor de Deus. E foi por este motivo que começamos a ver a necessidade em aumentar nossa capacidade e melhorar nossa estrutura. A realização da campanha “Igreja Segura” já nos permitiu muitas melhorias. Atendemos na primeira fase os requisitos legais do Corpo de Bombeiros e Prefeitura.. Na segunda fase, iniciamos adequações no Salão de Cultos para que ele se tornasse um local ainda mais acolhedor. Em 2016, iniciamos a terceira fase da campanha. O primeiro passo é a construção da quadra multiuso que beneficiará os projetos que já existem na igreja. Após a construção da quadra, nosso alvo é  finalizar os detalhes do Salão de Cultos e melhorar a estrutura do Ministério Infantil, acolhendo melhor também as crianças da IBB.

 

A campanha Igreja Segura foi feita pensando em vidas. Queremos que cada pessoa que passa por aqui sinta-se acolhida. Conheça um pouco sobre nosso espaço.

Piso Superior

Piso inferior

Banner Campanha Igreja Segura evolução

Construção da Quadra Multiuso

Mais espaço para comunhão  Mais espaço para reuniões, chás, bazares e encontros  Mais espaço para adoração


Finalização do Salão de Cultos

Mais conforto no culto  Melhor estrutura interna  Melhor sinalização interna


Estrutura do Ministério Infantil

Adequação das salas do Berçário  Melhor estrutura para o maternal  Mais acolhimento na Estação Kids


Construção da quadra multiuso, mais espaço para acolher

PESSOAS ACOLHER


A quadra multiuso beneficiará todos os ministérios da Igreja, será um espaço para todos, além de servir à comunidade. Neste momento você pode abençoar a construção da quadra de várias maneiras: orando, ofertando, participando dos eventos direcionados para arrecadar recursos para a campanha e adquirindo os produtos que são vendidos ao final dos cultos (kits e toalhas personalizadas, livros e cookies).

Kits personalizados com a logo da IBB. Esta é uma ótima dica para presentear!

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Livro “Vovô e Vovó ainda...?” do Pr. Guilherme Falcão e toalhas personalizadas

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Compre o voucher na sua Célula e ao final dos cultos para retirar as pizzas nos dias 6 e 7 de maio

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Indo além de nós mesmos


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2 Coríntios 3:7-18

E todos nós […] contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados… —2 Coríntios 3:18

Tenho um daqueles amigos que parece ser melhor do que eu praticamente em tudo. Ele é mais inteligente, pensa mais analiticamente e sabe onde encontrar os melhores livros pra ler. Ele até joga golfe melhor do que eu. Investir meu tempo com ele me desafia a tornar-me uma pessoa melhor, mais atenta. Seu padrão de excelência me estimula a lutar por algo mais elevado.

 

Isso demonstra um princípio espiritual: é importante que invistamos tempo na Palavra de Deus para nos conectarmos à pessoa de Cristo. Ler sobre o impacto do amor incondicional de Jesus por nós me compele a amar sem exigências. A Sua misericórdia e a Sua livre distribuição da graça àquele que menos merece deixa-me envergonhado de minha tendência a reter o perdão e buscar vingança.

 

Percebo que estou me tornando uma pessoa mais grata quando noto que, apesar de minha ruína vergonhosa, o Senhor revestiu-me da beleza de Sua perfeita justiça. Seus incríveis caminhos e sabedoria incomparáveis me motivam e me transformam. É difícil me contentar com minha vida como ela é quando, em Sua presença, sou atraído à ideia de tornar-me mais como Ele.

 

O apóstolo Paulo nos chama à alegria de contemplarmos Cristo. Ao fazê-lo, somos “…transformados, de glória em glória, na sua própria imagem…” (2 Coríntios 3:18). Peçamos a Deus que nos ajude a chegarmos em Sua presença. 

 

Fique perto de Deus e você nunca mais será o mesmo. 

 

(Pão Diário: 8 de abril de 2016, Joe Stowell)

 
Organização de Ambientes: Como colocar ordem na sua casa, no seu trabalho e na sua vida

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por Emanuele Caroline de Oliveira

Quem gosta de viver, trabalhar ou visitar um ambiente desorganizado? A desorganização remete à bagunça, mas não necessariamente com sujeira. Na sujeira há lixo, restos de comida, mau cheiro ou roupas encardidas, que podem trazer doenças e infestações. Na bagunça, por sua vez, há desordem, com objetos guardados nos locais errados, entulhados, espalhados ou difíceis de encontrar.

Dá até vontade de permanecer mais no lugar quando ele está arrumado, fica fácil de andar sem tropeçar ou esbarrar em nada, não tem poluição visual e até o ar flui mais, dando mais tranquilidade e clareza para raciocinar.


Por que organizar?

Manter a organização no ambiente de trabalho ou da casa é muito importante para qualquer pessoa que queira ter mais produtividade e qualidade, pois garante às pessoas melhores condições de vida e facilidade no dia a dia, além do conforto e limpeza.

A desordem pode causar muitos atrasos e até situações desconfortáveis, como a perda de tempo, por exemplo, quando é preciso encontrar algo como um documento, um número de telefone anotado ou até mesmo um simples lápis, além de e-mails e arquivos eletrônicos. Essa desorganização implica no rendimento do profissional e acaba afetando o seu humor e a sua saúde, além da possibilidade de desentendimento ou desgaste com outras pessoas.

A organização garante praticidade e segurança de ter todos os dados importantes no momento em que for preciso encontrá-los. Quando organizamos um ambiente, a sujeira aparece mais e fazemos faxina mais vezes e também acabamos tendo maior consciência nas compras porque sabemos o que temos guardado e o que de fato precisamos.

Além de tudo que já foi citado, é preciso lembrar também que organização pessoal, em ações simples como ter a agenda em dia, não se atrasar para compromissos, acompanhar e concluir tarefas já contam pontos na sua vida profissional.


De onde vem a desorganização

A desorganização não é um traço genético e não tem nada a ver com a falta de tempo, mas pode vir de crenças equivocadas, como estas:

·         É melhor arrumar um cômodo por vez;

·         No final do ano eu faço uma boa arrumação;

·         Não consigo jogar fora e suas “famosas” variações:

·         Quando eu emagrecer, vou voltar a usar;

·         Não posso me desfazer porque foi presente;

·         É pecado jogar coisas fora;

·         Não consigo colocar de volta no lugar;

·         Não adianta arrumar porque os outros bagunçam;

·         Sou bagunceira mesmo, mas eu me acho na minha bagunça;

A desorganização visível serve para nos distrair do verdadeiro motivo da desordem, que está no nosso interior. Acumulamos coisas pelo mesmo motivo que comemos – para satisfazer um desejo. Comprar por impulso, comer e beber em excesso são tentativas de aliviar o estresse.

Por isso tente descobrir o que a está incomodando, analise o que você está sentindo e acabará identificando as questões que inconscientemente vem evitando e será forçada a lidar com elas. Quando iniciar a arrumação, vai se sentir inspirada a fazer ajustes em sua vida – e é aí que ela vai começar a mudar.

Muitas vezes a dificuldade de se relacionar e criar vínculos com pessoas faz com que as pessoas se apeguem exageradamente às coisas.

O livro “A Mágica da Arrumação”, da personal organizer japonesa, Marie Kondo, trata a arrumação como mágica porque segundo ela ao arrumar os ambientes, há uma transformação na pessoa quando abre a sua mente para viver rodeada apenas por objetos que ama e que são importantes, e com isso se torna uma pessoa mais feliz e motivada.


Diferença entre guardar e arrumar

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Muitas pessoas acham que arrumar é guardar tudo, só que quando isso acontece vem o efeito rebote na bagunça porque continua sendo difícil achar as coisas porque só escondemos a bagunça. Segundo Marie Kondo, a verdadeira arrumação tem que passar pelo descarte e desapego das coisas.

Tirar as coisas do campo de visão cria a ilusão de que a bagunça foi eliminada, mas logo os compartimentos voltam a ficar cheios e os ambientes desorganizados novamente.

Antes de começar a arrumação, pense na vida que deseja ter e reflita: “Por que quero organizar minha casa ou meu trabalho? Quando encontrar a resposta, você estará pronto para dar os próximos passos: analisar o que possui, separar, descartar e guardar.

A organização é uma ferramenta, não o objetivo final, então sua meta deve ser adotar um novo estilo de vida assim que sua casa ou trabalho estiver organizado. E listando as respostas, você terá clareza se conseguiu atingir (ou não) após a arrumação.

Por onde começar

As pessoas têm dificuldade de se desfazer de coisas que ainda poderiam usar (valor funcional), que contém informações úteis (valor informativo), com as quais têm laços afetivos (valor sentimental) e também quando tais coisas são difíceis de encontrar ou de substituir (valor de raridade).

Baseado na dificuldade, o mais fácil é começar a organização por itens de menor importância como roupas, livros, papelada, itens variados e, por fim, itens de apego emocional, incluindo presentes e lembranças.

A personal organizer sugere que o olhar inicialmente deve ser das coisas que queremos guardar e não naquelas de que queremos nos livrar. Sugere que ao pegar em cada peça de roupa ou objeto a pessoa se indague: “Isso me traz alegria?” Se a resposta for afirmativa, guarde-o, senão descarte-o.

Se você tiver muita dificuldade em descartar um objeto procure entender o motivo pelo qual você tem esse objeto. Quando o adquiriu e o que significou na época? Pense no papel que esse item desempenha na sua vida. Você te coragem de dizer que precisa de algo que está enterrado no fundo do seu armário há anos? Pratique o desapego e deixe as peças partirem com gratidão porque já cumpriram o seu papel.


Quando começar

Há três maneiras possíveis de lidar com nossos pertences: encará-lo agora, algum dia ou evita-los até a morte. A escolha é sua.

Se reconhecermos o apego ao passado e o medo do futuro ao analisar com sinceridade nossas coisas, conseguiremos enxergar o que é realmente importante. E isso vai nos ajudar a identificar nossos valores e a reduzir a dificuldade de tomar decisões.

 

O ato de descartar aprimora a capacidade de decidir e descartar não quer dizer jogar no lixo, muitos objetos, principalmente roupas e utensílios podem ser reaproveitados para venda ou doação.

 
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